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O JORNALdeFAFE foi investigar à página de facebook dos Independentes por Fafe e deixa os textos lá publicados que merecem reflexão:

 

22/11/2016

OLHA QUEM FALA!
Na sua ancestral existência, a sabedoria popular ensinou-nos que o tempo faz-nos esquecer. Na realidade o tempo vai passando e relegando para as calendas gregas aqueles espaços de tempo que não convém recordar. E como o tempo que vai passando nos aproxima das eleições autárquicas, redobram as tarefas na adivinhação sobre os candidatos que estarão em disputa eleitoral e até sobre possíveis ou impossíveis coligações.
Vem isto a propósito de um artigo de opinião (política) publicado no Notícias de Fafe de 4 de Outubro p.p., sob o título “SALADA DE FRUTA”, da autoria do presidente da Juventude Socialista de Fafe.
Lia-se no último parágrafo do citado artigo de opinião: “Finalmente, e não menosprezando o que se vai escutando na praça, parece que em cima da mesa está, ou esteve, um entendimento entre os IPF e PSD, para juntos irem em coligados nas eleições autárquicas que se avizinham. Uma salada de fruta de todo o tamanho que nem o maior apreciador de tão clássica sobremesa deve conseguir digerir”.

Olha quem fala!
O tempo passa, de facto. Mas não vai assim há tanto tempo que o Partido Socialista, pela mão do Dr. José Ribeiro, para ter maioria na Câmara Municipal, fez um acordo de coligação com o PSD. Foi uma enorme “SALADA DE FRUTA” que ainda hoje não está bem digerida por muitos socialistas e muitos social-democratas.
Estou em crer que o presidente da JS Fafe já se tinha esquecido. Ou então, em “sermão encomendado”, vem despropositadamente e sem razão moral, falar em salada de fruta.
A sabedoria popular também nos ensina que quando não queremos que falem dos nossos erros ou das nossas inconveniências, falamos dos outros, enchendo a praça pública com atoardas e boatos com o propósito de denegrir ou desprestigiar posturas e procedimentos que não lhes convêm.
São velhos truques que também se aprendem com o tempo: falar dos outros para que não falem de nós.
No entanto, não valerá a pena insistir no assunto pois a única certeza de momento é o acordo que o PS gizou com o PSD para obter maioria na Câmara Municipal. Essa é a memória coletiva dos tempos de agora e todos sabemos que o Dr. José Ribeiro esteve na primeira linha desse entendimento.
Uma coisa é certa: não devemos deixar passar em claro os velhos truques, apesar de sabermos que o tempo passa, mas as manhas continuam.

 

Em 07/12/2016

UM POUCO DE POLÍTICA LOCAL

1 – Ao longo deste mês de Novembro temos assistido a uma corrida de notícias sobre a atualidade política local, mormente no que poderá acontecer nas próximas autárquicas. Não faltaram e não faltam por aí palpites e até declarações de políticos responsáveis, cuja finalidade é lançar dúvidas e confusão na cabeça das pessoas.
Atento a isso anda o Movimento de Cidadãos Independentes por Fafe (IPF), não só porque deve estar atento, mas também porque tem sido envolvido, de uma forma despudorada, nesses comentários e palpites.
E porque havia necessidade de esclarecer internamente muitos contos e ditos, foi agendada uma assembleia alargada para debate e análise do atual momento político. De resto, a oportunidade única para estabelecer o rumo a seguir.
Não poderia ter começado melhor esta assembleia alargada, pois o líder do Movimento – Parcídio Summavielle – foi perentório na afirmação que fez mesmo antes do início dos trabalhos: “nunca seria candidato pelo PS ou pelo PSD”.
Depois foi tempo para se falar do trabalho que se tem desenvolvido nas freguesias, sobretudo em encontros para se definirem os candidatos às respetivas Juntas e, a par disso, a mobilização das pessoas para o projeto político que os IPF têm para Fafe e para os fafenses. Os presentes ficaram a saber que há já muitos processos de candidatura concluídos e uns quantos em vias de conclusão.
Em cima da mesa esteve também o imenso e precioso trabalho feito na Câmara Municipal pelos nossos vereadores, e o bom trabalho do grupo que compõe a Assembleia Municipal.
Como era de esperar, o debate não descurou o tema sobre o candidato à Câmara nas próximas autárquicas.
Foram analisadas algumas hipóteses, com vários intervenientes a manifestarem opinião com fundamentos e razões que proporcionaram um debate muito sério, interessante e profícuo.
Quanto ao rumo a seguir, ficou definido que vamos concorrer, com muito entusiasmo e trabalho, deixando tudo o resto nas mãos de quem for o candidato, para se traçarem as principais linhas orientadoras.
Uma coisa ficou certa: se tudo correr como esperamos, poderei afirmar que já temos candidato.

 

17/01/2017

AUTÁRQUICAS JÁ MEXEM
Ainda que estejamos a largos meses das eleições autárquicas, os movimentos que se notam e as decisões que se conhecem, mostram à evidência que já “cheira” a pré-campanha.
De facto, o trabalho que tem sido feito – e falo apenas de Fafe – vai-nos dando conta da procura, em todas as nossas freguesias, das individualidades melhor colocadas para serem os putativos candidatos às presidências das respetivas Juntas de Freguesia. Todas as forças políticas vão dizendo que há muitos contactos feitos e, até, processos já concluídos.
Por outro lado, ainda que as certezas se resumam a incertezas, vai-se dizendo e até proclamando, candidatos à presidência da Câmara Municipal.
Tal como é do conhecimento público, a concelhia de Fafe do Partido Socialista, escolheu – por votação maioritária – o Dr. Antero Barbosa para ser o seu candidato. O próprio já manifestou publicamente a sua disponibilidade e “vontade” para ser candidato.
Porém, parece ser claro que a vontade do PS nacional é a recandidatura do Dr. Raul Cunha. O próprio já manifestou publicamente a sua disponibilidade e vontade.
Pois bem: as recentes decisões dos órgãos nacionais do Partido Socialista no que refere às candidaturas para as autarquias (leia-se Câmaras Municipais), vieram confirmar, para quem ainda tinha dúvidas, sobre quem superentende nesta matéria.
Ou me engano muito ou vamos ter um forte braço de ferro entre o Dr. José Ribeiro e a Comissão Nacional; ou então o presidente da Concelhia do PS vai ter de engolir cobras e lagartos e aceitar a “imposição” do PS nacional.
Seja como for, são notórias as divergências em torno do candidato à Câmara Municipal e isso é o elemento mais significativo e o exemplo mais eloquente da divisão que se não pode esconder – de um lado os que querem o Dr. Antero Barbosa, e do outro aqueles que apoiam o Dr. Raul Cunha.
Um imbróglio de difícil resolução (ou aceitação, se quisermos) que acabará por desacreditar o próprio Partido.
De facto, fazendo deliberadamente ou não o “jogo” da Comissão Nacional, contrariando de forma propositada ou não a estratégia da Comissão Política Local, o certo é que um setor e outro se “digladiam” e demonstram a falta de unidade no seio do PS Local.

 

 

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