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O que estará a acontecer?

por JORNALdeFAFE, em 07.10.14

Foto: Município de Fafe

 

"Perspetivas para o Desenvolvimento Económico de Fafe" em debate no Teatro Cinema. O título do debate é conhecido. O resultado vai aparecer na comunicação social e nos múltiplos meios de informação que recebem as notas de imprensa do Município. Não seria mais eficaz se a discussão pudesse ser acompanhada em direto com tantas redes sociais disponíveis?

 

O que pensa disto o E-leitor?

 

 

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publicado às 22:11

 

Murade Murargy, Anacoreta Correia, Maria Manuel Mota e Marçal Grilo entre os presentes

 

A Universidade do Minho recebe esta quinta-feira a conferência “Perspetivas da Língua Portuguesa”, no anfiteatro B1 (Complexo Pedagógico II) do campus de Gualtar, em Braga. A iniciativa tem entrada livre e é organizada com a parceria da Comissão Temática de Promoção e Difusão de Língua Portuguesa da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).

 

A cerimónia de abertura conta, às 9h15, com o reitor da UMinho, António M. Cunha, o presidente do Observatório de Língua Portuguesa, Anacoreta Correia, a diretora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, Marisa Mendonça, o secretário executivo da CPLP, Murade Murargy, e o representante permanente de Timor-Leste junto da CPLP, Antonito de Araújo. Segue-se a intervenção do secretário-geral de Política Linguística da Xunta de Galicia, Valentín García Gómez.

 

A primeira sessão, intitulada “O potencial económico da Língua Portuguesa”, junta, às 11h30, o chefe de gabinete da presidência da Galp Energia, José Sequeira Nunes, o consultor da Presidência da República de Portugal, Tiago Pitta e Cunha, e o co-CEO da Primavera BSS, José Dionísio. A moderação cabe ao diretor-adjunto do jornal “Expresso”, Nicolau Santos.

 

Ministro Rui Machete previsto no encerramento

 

De tarde, a partir das 14h00, a sessão “A Língua Portuguesa, língua de ciência” reúne os depoimentos da diretora executiva do Instituto de Medicina Molecular, Maria Manuel Mota, do diretor dos Serviços de Documentação da UMinho, Eloy Rodrigues, e do professor José Sousa Teixeira, também da UMinho, sob a moderação do administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Eduardo Marçal Grilo. A terceira sessão, “A UMinho e a internacionalização da Língua Portuguesa”, inclui as presenças do reitor da Universidade Nacional de Timor-Leste, Aurélio Guterres, do conselheiro cultural da Embaixada da China, Jianping Shu, e das professoras Cristina Flores e Micaela Ramon, ambas da UMinho, cabendo a moderação ao vice-reitor da Educação nesta academia, Rui Vieira de Castro.

 

O encerramento prevê, pelas 18h30, as intervenções do reitor da UMinho, António M. Cunha, da representante da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), Fátima Fonseca, do vice-primeiro-ministro da Guiné Equatorial, Lucas Nguema Mbang, do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Rui Machete.

 

A iniciativa terá transmissão direta pela Rede Casas do Conhecimento da UMinho, nomeadamente em Paredes de Coura e Fafe.

 

Inscrições em: http://observatorio-lp.sapo.pt/pt/inscricao-conf-minho

 

 

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publicado às 17:44

Companhia Primeiros Sintomas realiza workshop de figuração em Guimarães, que pressupõe a participação no espetáculo

 

“Cyrano de Bergerac”, de Edmond Rostand, vai estar em cena no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, no próximo dia 24 de outubro, às 22h00. Para a apresentação do espetáculo é essencial a participação de uma figuração especial constituída por pessoas que, sendo ou não atores, com mais, menos ou nenhuma experiência em palco, tenham em comum o amor ao teatro. Para tal, será realizado um workshop dirigido à população local, entre os 18 e os 60 anos, dirigido por Bruno Bravo (encenador do espetáculo) e Sérgio Delgado (músico). O trabalho a desenvolver com os participantes tem como objetivo claro a integração dos participantes no espetáculo e, por conseguinte, no universo de “Cyrano de Bergerac” e nos aspetos relacionados com possibilidades de interpretação (sobretudo coletiva) de voz e movimento. A participação é gratuita, devendo a inscrição ser efetuada até ao dia 10 de outubro no website do Centro Cultural Vila Flor em www.ccvf.pt.

 

“Cyrano de Bergerac” chega a Guimarães pelas mãos da companhia Primeiros Sintomas em coprodução com o Teatro Maria Matos, onde estreou no passado dia 04 de outubro, com encenação de Bruno Bravo. A companhia explica que “este projeto nasce da vontade, antiga, de levar a cena um texto de uma obra ímpar no universo teatral, onde a poesia e o drama se misturam.”. “Cyrano de Bergerac” estreou pela primeira vez em Paris, em 1897. Tornou-se imediatamente um sucesso e chegou aos dias de hoje como um caso raro no universo clássico teatral, em que a personagem suplanta o autor. Esta é uma peça invulgar. Trata-se de um poema épico e dramático, uma aparente contradição que só teve paralelo na tragédia. No entanto, Cyrano aproxima-se mais do imaginário melodramático com traços marcadamente cómicos – derivados, sobretudo, dos longos trechos de Cyrano e da sua capacidade de usar a palavra de um modo tão letal como a sua espada.

 

A maravilhosa história de amor, a relação entre a poesia e o teatro, o drama e a comédia, indissociáveis, como Cyrano e o seu nariz, tornaram esta peça imediatamente popular. Contudo, por baixo dessa camada maravilhosamente acessível a todos, encontramos um rigor, uma complexidade e uma riqueza na linguagem que justifica o que alguém resumiu depois da estreia em 1897: “Por que o teatro e a poesia trocarão um sorriso infinito ao constatar que depois de tantas obras-primas pode surgir uma, ao mesmo tempo clássica e moderna, reunindo todas e ultrapassando-as a tal ponto que jamais o teatro havia ido tão longe na poesia nem a poesia tão perto do teatro?"

 

Não é possível conceber Cyrano sem o seu nariz. Tal como o Pinóquio de Carlo Collodi ou o Major Kovaliov de O Nariz de Gogol, o nariz representa e molda a personagem, ganhando uma dimensão que ultrapassa largamente o espetro fisionómico para ganhar significados mais amplos, de identidade e de condição humana. A deformidade de Cyrano contrasta com o seu ímpeto intelectual de poeta e filósofo. A sua brutalidade com a sua extrema sensibilidade. A paixão pela beleza, pela liberdade, pela poesia e, finalmente por Roxanne (entretanto uma das mais belas figuras femininas da literatura dramática).

 

Para Cyrano o amor é o único e verdadeiro condutor do mundo e do Homem. Roxanne é o objeto último do seu desejo. No entanto, e este é o verdadeiro elemento trágico desta peça, esse amor jamais será consumido. A deformidade sublinha a sua timidez e Cyrano declarar-se-á a Roxanne, ao longo de toda a peça, mas apenas por meio de Christian – nobre soldado e exemplo acabado de beleza, mas incapaz de escrever uma frase medianamente interessante. Cyrano, num ato absoluto de altruísmo, apenas explicável na dimensão das paixões impossíveis, ajuda Christian a conquistar Roxanne, escrevendo sonetos que Christian dirá, como se fossem seus, a Roxanne.

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publicado às 11:38


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