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No seu estudo, os cientistas da UMinho e dos EUA submeteram a um exame de ressonância magnética funcional dez pessoas que fizeram um voo transatlântico na noite anterior e compararam com outras dez pessoas que não voaram e tinham a mesma idade, género, origem e habilitação literária. Os participantes do grupo de jet lag apresentaram níveis mais baixos de ativação cerebral no córtex pré-frontal medial e no córtex cingulado anterior e a circunvolução parahipocampal esquerda, comparativamente aos sujeitos do grupo de controlo. Os resultados indiciam que aqueles voos podem influenciar no imediato funções cognitivas associadas às regiões cerebrais referidas, como a introspeção, a regulação emocional, a tomada de decisão, a atenção seletiva ou a memória autobiográfica, explica Joana Coutinho, investigadora da Escola de Psicologia e coordenadora do trabalho.

 

 

 

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publicado às 17:59

 

Nova criação do coreógrafo é apresentada este sábado em Guimarães

 

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 “Hierarquia das Nuvens” reflete um espaço habitado, negociado por sete corpos, visto não apenas como território, mas sobretudo como um lugar imaginário, que os atrai, quebrando fronteiras e limites. Um espaço que, segundo Rui Horta, só faz sentido se for habitado por esses corpos e escarificado pelo seu movimento. Uma gestualidade que abre a porta de um espaço transformado em lugar pela linguagem coreográfica. Para ver no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor este sábado, 18 de outubro, às 22h00.

 

Rui Horta traz a Guimarães a sua mais recente criação a que chamou “Hierarquia das Nuvens”. Porque queremos estar sempre em outro lugar? Que vontade insana é esta de querer estar sempre em outro lugar, em perpétuo deslocamento da realidade? Que vertigem é esta que nos aflige? Porque ansiamos sempre sobrepor “o outro” ao “outro lugar”? Porquê esta necessidade de viajar acompanhado, como se o corpo do outro segregasse o espaço e o materializasse? Como se a salvação da alma fosse um outro lugar mais além e um outro corpo materializado simbolicamente com esse espaço. Um útero polimórfico, um local de descoberta, simultaneamente espaço de crescimento e de consolo.

 

Como Rui Horta explica, “entrar noutro lugar é aceitar a descoberta, e com esta o erro e o desequilíbrio da dúvida. (…) Partir é entrar num quadro de aventura onde todos os perigos espreitam, e lá ficar por muito tempo, talvez para sempre. E o mais perto que estaremos da perfeição é aceitar que tudo poderemos perder menos o sonho de partir. Quando nos damos tempo diante de uma paisagem imaginada, arriscamo-nos a que esta se concretize.”.

 

Em “Hierarquia das Nuvens” o coreógrafo debate-se com a angústia de vivermos “sempre planeando um qualquer futuro bem mais panorâmico do que o lugar onde estamos. Entre o partir e o ficar há uma poética que ilumina os nossos lados mais obscuros.” Como o próprio explica, “a chave é o corpo, e o código que quebra os territórios do medo é movimento desse mesmo corpo penetrando no espaço. De facto não existe espaço sem corpo. É o corpo que lhe define os eixos e os planos, a profundidade e a elevação, o dentro e o fora. É o corpo que lhe confere uma nomenclatura e uma identidade. Pelo corpo, como um farol que ilumina no escuro, aventurar-nos-emos nos espaços mais desconhecidos. Há coisas tão profundas ou tão profanas que não podem ser ditas por palavras e apenas são decifradas pelo corpo. A experiência torna-se o mais importante.”.

 

Uma pergunta paira sobre o espetáculo: porque queremos estar sempre noutro lugar? A que hierarquia obedecemos nos momentos de escolher? E no entanto a resposta, apesar de minuciosa como uma partitura, escapa à narrativa e é habitada por uma poética que transcende a compreensão: o território mais puro da dança.

 

Esta sexta-feira, os franceses Arlt & Thomas Bonvalet apresentam novo projeto no Café Concerto do CCVF

 

Esta sexta-feira, 17 de outubro, às 24h00, o Café Concerto do CCVF entrega o seu palco ao duo francês Arlt que se faz acompanhar do multinstrumentista Thomas Bonvalet. Depois do lançamento dos dois primeiros álbuns, a dupla Arlt, composta por Eloïse Decazes e Sing Sing, decidiu convidar o multinstrumentista Thomas Bonvalet para a edição do terceiro disco. Este projeto, que une os três músicos, é marcado por uma sonoridade peculiar, onde respiram várias influências que misturam um rock naïf com rituais xamânicos, bem ao gosto das referências da banda como The Kinks ou Velvet Underground. A música de Arlt & Thomas Bonvalet sugere um paradoxo refinado ao dar um novo fôlego à indústria musical francesa, através de uma poética ímpar que se funde com sonoridades experimentais.

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publicado às 14:46


Cientista da NASA visita a UMinho

por JORNALdeFAFE, em 13.10.14

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Ferdowsi colocou a ‘Curiosity’ em Marte e é considerado uma estrela da ciência

 

A Escola de Ciências da Universidade do Minho recebe esta sexta-feira a visita de Bobak Ferdowsi, o homem que colocou a sonda Curiosity em Marte e é considerado o cientista mais sexy do mundo para o portal Business Insider. O engenheiro da NASA dá uma palestra pelas 10h30 no anfiteatro A1 (Complexo Pedagógico I) do campus de Gualtar, em Braga. A iniciativa tem apoio da Embaixada dos EUA em Portugal.

 

Ferdowsi tornou-se conhecido em agosto de 2012, quando o mundo o viu em direto a comandar a “amartagem” do Curiosity, um veículo robotizado do tamanho de um carro médio que está a explorar a superfície de Marte, recolhendo fotografias e amostras para análise, entre outros aspetos, com o fim de identificar formas de vida. O engenheiro aerospacial de 34 anos e de ascendência iraniana ganhou 70 mil seguidores no Twitter e fama mundial.

 

Bobak Ferdowsi é membro da equipa Europa Clipper do Jet Propulsion Laboratory da NASA, nos EUA. A equipa está a estudar uma missão-conceito para o reconhecimento detalhado da lua Europa, junto a Júpiter. Pensa-se que esta lua possa ter um mundo oceânico coberto por uma capa de gelo e, eventualmente, vida, similar à das profundezas dos mares da Terra. Bobak Ferdowsi formou-se em Aeronáutica e Astronáutica pela Universidade de Washington e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). É especializado em sistemas de engenharia, planeamento de missões, lançamento integrado, verificação de rotas, engenharia de validação e direção de voo.

 

A palestra é aberta ao público, mas requer inscrição prévia através do email sec@ecum.uminho.pt .

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publicado às 14:44


Start Point promove empregabilidade jovem

por JORNALdeFAFE, em 13.10.14

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Iniciativa decorre terça-feira em Braga e quarta-feira em Guimarães

 

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), em parceria com a UMinho, organiza a iniciativa “Start Point - Orienta o teu Futuro” esta terça e quarta-feira, nos campi de Gualtar (Braga) e Azurém (Guimarães), respetivamente, sempre das 11h00 às 18h00. O evento é apoiado pelos municípios de Braga e Guimarães, faz parte da European SME Week (promovida pela Comissão Europeia) e destina-se a promover o empreendedorismo e a empregabilidade jovem.

 

 

 

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publicado às 14:41


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