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Congresso Nacional da JSD

por JORNALdeFAFE, em 17.12.14

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 A Juventude Social-Democrata (JSD) de Fafe esteve presente no passado fim de semana de 12 a 14 de Dezembro no Congresso Nacional da JSD que decorreu na cidade vizinha de Braga. O local de realização do congresso não pode deixar de ser enunciado pela importância que tem este ter sido na nossa região, que tão importante é para JSD nacional, de onde já vieram tantos e marcantes lídres das organizações sociais-democratas e onde a JSD têm tido mais força, mais iniciativa e maior crescimento ao longo dos últimos anos. Estiveram presentes neste congresso pela nossa cidade como Delegados Gonçalo Manuel Sampaio Cunha, João Moniz Rebelo e Patrick Freitas. Como observadores Honorato Silva e Rui Novais da Silva. E como voluntários Claúdia Alves e Juliana Correia.

Nas pessoas dos delegados eleitos pela seccção de Fafe, a JSD de Fafe aprovou os novos estatutos nacionais, que pretendiam tornar mais simples e eficaz o funcionamento da organização, de maneira a criar uma maior e mais coesa capacidade de trabalho em nome de todos os jovens portugueses. Para além disso foram discutidas 32 moções sectoriais, a incidir particularmente na área do ensino (financiamento do ensino superior e ensino profissional), ambiente e transportes e comunicações. Todas estas moções com o obejctivo de proporcionar maior bem-estar à população portuguesa, crescimento económico e, particularmente, proporcionair mais e mais oportunidades à juventude.

Realçar a realização de eleiçoes para os orgãos nacionais, tendo sido eleito Simão Ribeiro, da distrital de Braga e deputado à Assembleia da Republica, como presidente da Comissão Política Nacional, tendo eleito como bandeiras dos próximos 2 anos a Educação e defesa do papel dos docentes, a situação de acessos às ordens profissionais, o incentivo à formação cívica dos alunos desde o início da sua escolaridade e uma reforma extensa ao sistema eleitoral e organização da máquina estatal. Todas estas posições estão de encontro com o pensamento da JSD Fafe, o mesmo sempre a favor da juventude.

O mesmo congresso foi finalizado com a presença do nosso primeiro-ministro, Drº Pedro Passos Coelho, que além de um grande discurso a enunciar os avanços feitos pelo governo nestes últimos anos, congratulou os novos dirigentes nacionais e mostrou abertura para ouvir todas as suas propostas.

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publicado às 15:17


ARMINDO CASTRO JÁ ESTÁ EM LIBERDADE

por JORNALdeFAFE, em 16.12.14

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 Fonte: TVI 24

 

Armindo Castro, natural de Fafe, tinha sido condenado a 20 anos de prisão por ter confessado que matou a tia. Esta reviravolta deveu-se a conhecer a autor do crime que não conseguia viver com a culpa, confessou em primeira instância. Armindo só o fez porque 'queriam acusar a sua mãe'.

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publicado às 20:58

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No próximo dia 28 de dezembro, às 16h00, a Companhia Nacional de Bailado traz ao Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, uma reinterpretação insólita do clássico “Quebra Nozes”. A obra original, escrita em 1816, salta para o século XXI numa versão repleta de metáforas e simbologias.

 

Embora desconheçamos a origem da maior parte das tradições que herdamos, já de outras destrinçamos bem o seu começo. O bailado “Quebra Nozes” é uma dessas tradições inventadas, que vê aqui, nesta versão coreografada por Fernando Duarte, com dramaturgia e encenação de André e. Teodósio, uma brilhante hipótese de reinvenção. Pensada para os espetadores de hoje, diariamente assaltados por explosões de eventos múltiplos, esta versão pretende exponenciar a relação espelhada entre o novo e o velho, entre a alta e a baixa cultura, entre o real e as analogias, entre o melhor de dois mundos complementares presentes no reino de uma única Clara, ser humano cruzado de Alice e Oliver Twist.

 

Nesta versão do “Quebra Nozes”, André e. Teodósio propôs-se repensar o clássico e vesti-lo com referências dos nossos dias. Os bailarinos tiram selfies, há chapéus em forma de smiles, hápin ups tatuadas, há referências ao wrestling, alusões ao universo de Andy Warhol e à Disney, sempre com o classicismo do ballet que não é posto em causa, não estivéssemos perante a Companhia Nacional de Bailado. Este “Quebra Nozes Quebra Nozes” quebra as convenções do espetáculo clássico que conhecemos apresentando uma obra em aberto, um quebra-cabeças, um devaneio onírico em que as linhas definidoras da história original adotam símbolos contemporâneos.

 

Apesar da nova roupagem dada a este “Quebra Nozes”, as questões ideológicas da obra original permanecem: “O que tentei fazer com o espetáculo foi, de alguma forma, funcionar como um antropólogo, ver várias versões da peça, perceber como se inscrevia historicamente, qual o seu percurso, quais as figuras de estilo utilizadas para maximizar a valorização dos binómios mundo velho/mundo novo, infância/idade adulta, belo/feio, fantasia/realidade”, explica o encenador.

 

André e. Teodósio não quer alimentar antagonismos com esta reinterpretação, ele pretende antes mostrar as várias camadas que temos, os vários lados que nos compõem e que, sendo múltiplos, não deixam de ser unos. “Este é o espetáculo mais complexo que alguma vez fiz. Tem imensas ideias, imensas metáforas e mostra que temos várias identidades e que somos todos feitos de vários mundos, ao mesmo tempo que continua a ser um bailado romântico. Sobretudo mostra-nos que o final, no espetáculo tal como na vida, está sempre em aberto”.

 

Ao longo do século XX, muitos coreógrafos criaram as suas versões estando sempre presente a questão do limite entre o sonho e a loucura. É sobretudo a partir dos anos 40 do século XX, com a viagem transatlântica do espetáculo da Europa (onde não tinha ainda conhecido o sucesso) para os Estados Unidos da América, que se vai tornar um verdadeiro ícone, não só do bailado, mas também do Natal. “Não queria fazer um travestismo nem desconstruir o espetáculo, mas queria repensá-lo. Foi esse lado ‘emigrante’ do espetáculo que me mostrou o que queria fazer e a importância das dicotomias.”

 

A riqueza da obra reside na tangência de dois mundos que aqui se encontram em zonas misteriosas, no limbo entre o sonho e a realidade, o real e o fantástico, a infância e a idade adulta, a vida e a morte, o consciente e o inconsciente. “O espetáculo é sempre sobre perder, perder, perder. E quando digo que também é sobre a identidade não é para chegar a ela, pelo contrário, é para sair de ideias pré-definidas e alcançar sítios abertos e infinitos.” Um sonho tornado realidade: eis como definir “Quebra Nozes Quebra Nozes”.

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publicado às 20:35

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O Conselho Cultural da Universidade do Minho acaba de lançar a exposição e o livro-catálogo “A Imprensa Clandestina e do Exílio no Período 1926-1974”, de José Manuel Lopes Cordeiro. O historiador da UMinho apresenta aquela imprensa publicada no regime do Estado Novo segundo a orientação política de cada um dos jornais. A mostra está aberta ao público na galeria do salão medieval da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga, até 16 de janeiro (salvo no interregno natalício).

 

“Todos os setores da oposição recorreram à edição e difusão destes jornais, em condições extremamente difíceis, para poderem expressar pontos de vista que o regime queria silenciar”, afirma José Lopes Cordeiro. “Os autores destas publicações arriscaram muitas vezes a vida, mas foi a única forma de ultrapassar a censura durante os 48 anos da ditadura”, diz o professor do Instituto de Ciências Sociais da UMinho.

 

O livro inclui 18 categorias de imprensa clandestina, entre as quais a “reviralhista”, anarquista, comunista, católica, de unidade antifascista e marxista-leninista. “A Voz das Camaradas”, “Luta Popular” e “O Grito do Povo” estão entre as seis centenas de jornais elencados. “Nunca se tinha feito uma investigação deste teor”, realça o autor, que tem vindo a estudar este tipo de imprensa.

 

A exposição inclui dezena e meia de painéis e escaparates, sendo enriquecida com exemplares de jornais clandestinos existentes na Biblioteca Pública de Braga e de bibliografia sobre o tema. Prevê-se a sua itinerância por Guimarães, Barcelos e Famalicão, entre outras localidades.

 

Esta iniciativa comemora a dupla efeméride dos 40 anos do 25 de Abril e dos 40 anos da UMinho, sob a égide do Prémio Victor de Sá de História Contemporânea. O livro-catálogo de 124 páginas não pretende apresentar um repertório completo da imprensa clandestina e do exílio publicada no Estado Novo, mas assinalar condignamente as duas efemérides e chamar também a atenção para a necessidade de se elaborar um repertório daquela imprensa durante o quase meio século em que a sociedade portuguesa se viu privada das liberdades fundamentais.

 

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publicado às 16:43


FotoReportagem: "Let's Party" na Zona Bowling

por JORNALdeFAFE, em 15.12.14

FotoReportagem: Rp

(Rp - Consultoria de Imagem, Educativa, Cultural e Artística / Promoção e Divulgação de Eventos nas Redes Sociais)

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publicado às 01:05

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publicado às 14:07

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Projeto OpenAIRE2020 envolve 50 parceiros, tem financiamento de 13 milhões de euros pela Comissão Europeia e inclui a UMinho no núcleo de coordenação

 

Os resultados da investigação científica no espaço da União Europeia vão ser disponibilizados de forma aberta para todos os cidadãos. Este é o objetivo da iniciativa OpenAIRE2020, que inicia em janeiro de 2015 no âmbito do Horizonte 2020, sendo para a Comissão Europeia um projeto-chave para unir a investigação à inovação e generalizar o acesso à ciência.

 

Os Serviços de Documentação da Universidade do Minho (SDUM) pertencem ao núcleo de coordenação do projeto, sendo responsáveis pela área de serviços de suporte e helpdesk, assumindo ainda as funções de ponto de contacto para Portugal e para o sul da Europa. Cinquenta parceiros de todos os países da UE e do resto da Europa vão colaborar nesta ampla iniciativa que visa melhorar substancialmente o acesso, a descoberta e a reutilização das publicações e dados científicos. O projeto reúne profissionais de bibliotecas e organizações de I&D e ensino superior, infraestruturas nacionais de informação e ainda peritos em TIC e questões legais.

 

“Ao financiar este grande projeto, que acompanha a política e o mandato de acesso aberto no âmbito do Horizonte 2020, a Comissão Europeia transmite um forte sinal de determinação em concretizar o seu objetivo de disponibilizar em acesso aberto todos os resultados dos projetos científicos, disponibilizando e devolvendo aos cidadãos e empresas europeias os resultados da investigação financiada através dos seus impostos”, refere o diretor dos SDUM, Eloy Rodrigues.

 

Interligar os conteúdos em larga escala

 

OpenAIRE2020 é a continuidade da iniciativa OpenAIRE, que já disponibiliza mais de nove milhões de documentos, envolvendo 520 repositórios e referenciando 50.000 organizações e 30.000 projetos. O portal www.openaire.eu será a infraestrutura técnica vital para reunir e interligar os conteúdos em larga escala, desde Portugal à Noruega, da Islândia à Turquia. O projeto irá criar serviços e fluxos de informação, permitindo uma rede interoperável de repositórios institucionais e temáticos (por via da adoção de diretrizes comuns) e o depósito facilitado num repositório comum, o Zenodo.

 

O OpenAIRE2020 irá apoiar a monitorização dos resultados da investigação e será essencial para o relatório das publicações científicas dos projetos do Programa-Quadro Horizonte 2020, sendo acoplado aos sistemas de informação da Comissão Europeia. O OpenAIRE2020 irá também apoiar o projeto-piloto de dados científicos abertos da Comissão Europeia, através da divulgação de boas práticas de gestão em acesso aberto e do repositório Zenodo, que também fornecerá serviços de armazenamento.

 

Outras ações do projeto incluem a cooperação com financiadores nacionais (como a FCT) para reforçar serviços de análise das infraestruturas de investigação; uma fase piloto sobre o acesso aberto dourado e taxas de processamento dos artigos; novos métodos de avaliação e publicação com a parceria do hypotheses.org; um estudo e um serviço preliminar sobre os indicadores científicos associados com o acesso aberto, com a colaboração da CWTS; estudos jurídicos sobre privacidade de dados; e o alinhamento internacional com redes similares.

 

OpenAIRE2020

- Projeto multi-consórcio com 50 parceiros europeus

- Coordenador: Prof. Mike Chatzopoulos, Universidade de Atenas

- Orçamento: 13.132.500 euros

- Início: 1 de janeiro de 2015

- Duração: 42 meses

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publicado às 13:07


ZONA BOWLING: LET'S PARTY!

por JORNALdeFAFE, em 11.12.14

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publicado às 12:09


CLUB ALFA: "PINTAR A FELICIDADE"

por JORNALdeFAFE, em 11.12.14

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“Pintar a Felicidade” é um projeto de Bárbara Mendes, Educadora de Infância e Especialista em Educação Especial, que a partir da plataforma ‘Pintar a Felicidade’ procura ajudar a lidar com pessoas com PHDA - Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção. Neste caso, o site (http://bbarbaramendes.wix.com/pintar-felicidade) aponta alguns caminhos não só para diagnosticar o problema mas também algumas estratégias a implementar. Este site pode ser uma ferramenta fundamental para educadores, sejam eles encarregados de educação ou professores e mesmo público em geral que muitas vezes não sabem como agir em determinadas situações.

                A conceção, planeamento e aplicação deste projeto é da responsabilidade da respetiva promotora (Bárbara Mendes) em parceria com o CLUB ALFA e contemplado no programa OTL (Ocupação de Tempos Livres – Longa Duração) do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude).

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publicado às 11:27

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Nos dias 12 e 13 de dezembro, às 15h00 e 16h00 respetivamente, o Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, acolhe um espetáculo de dança dirigido ao público jovem, onde a dança é explorada através de uma perspetiva singular. Em “Linhas de Newton”, a nova criação de Aldara Bizarro, a dança explica-se através da geometria e da física.

 

Transformando o palco num plano geométrico, uma bailarina inventa novas perspetivas com linhas, pontos e interseções. O espetáculo é uma reflexão sobre o espaço, que aborda princípios básicos da física, a relação humana com o espaço que nos rodeia, a natureza e o espaço humanizado, a relação afetiva com o espaço familiar e o espaço que não se conhece. Pretende-se que através da dança, disciplina perita em trabalhar sobre o espaço, se transmita algumas noções básicas sobre esta matéria, bem como sobre o campo da fantasia e do belo.

 

Aldara Bizarro criou este espetáculo misturando mundos à partida distantes, mas que no fundo tratam a mesma questão. A dança é muito mais do que o movimento do corpo, é também o corpo que se move a trabalhar o espaço que o envolve. “O corpo não é a obra, é a ferramenta que preenche o espaço”, como explica a coreógrafa. Foi a partir deste conceito que Aldara Bizarro criou estas “Linhas de Newton”, um espetáculo que vai buscar à física e à geometria noções que explicam não só a dança, mas também o mundo.

 

“Linhas de Newton” é direcionado para os mais jovens, um desafio aliciante para Aldara Bizarro que está habituada a trabalhar para estes espetadores e que acredita tratar-se de um “público extremamente exigente, sem artifício”. Trata-se, contudo, de um espetáculo apelativo a todas as idades pela sua transversalidade onde, a partir de um conceito que foi o motor para esta criação, se explora o mundo que nos rodeia e todas as ligações que nele cabem.

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publicado às 18:09




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