Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




FAFE TEM ÁRVORE DE NATAL GIGANTE

por JORNALdeFAFE, em 02.12.14

10801646_773227802724684_2154439865886876842_n.jpg

 

Fonte: Município de Fafe

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:29

unnamed.png

 

A Biblioteca Pública de Braga apresenta até 19 de dezembro a exposição bibliográfica "António Dacosta (1914-2014)", assinalando o centenário do nascimento daquele poeta, pintor e crítico de arte. A mostra inclui duas dezenas de volumes, como “A cal dos muros” ou “O trabalho das nossas mãos”, e referências na imprensa. A exibição tem entrada livre e está patente no átrio desta unidade cultural da Universidade do Minho, de segunda a sexta-feira, entre as 9h-13h e 14h-18h.

 

António Dacosta nasceu em Angra do Heroísmo, Açores, e faleceu em Paris, em 1990. Estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e também em Paris, onde se radicou desde 1947. Nome maior do surrealismo português, recebeu o Prémio Amadeu Souza-Cardoso e o Prémio Nacional de Artes Plásticas (AICA). Participou em exposições internacionais e está representado em vários museus, como o da Fundação Gulbenkian e da Secretaria de Estado da Cultura. Desde os anos 1950 dedicou-se sobretudo à crítica literária e teve uma longa colaboração no jornal “O Estado de São Paulo”. Os seus trabalhos intervêm ao nível da consciencialização coletiva da realidade do mundo, através da representação de espaços inquietantes.

 

Entretanto, a Biblioteca Pública de Braga tem também patentes no mesmo edifício, mas pela entrada principal da Reitoria, as exposições "O Mundo em 80m2" e "Desenhando a Linha (1864-2014): 150 anos do Tratado de Limites entre Espanha e Portugal”.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 18:00


CLUB ALFA FOI À ESCOLA PROMOVER A SAÚDE

por JORNALdeFAFE, em 02.12.14

IMG_1413.JPG

 “Viver Bem, Fazer Melhor” foi promovido ontem, no Agrupamento de Escolas de Silvares por Marta Mendes, autora e promotora do projeto.

 Em parceria com o CLUB ALFA e contemplado pelo programa OTL (Ocupação de Tempos Livres – Longa Duração) do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude), Marta Mendes, , estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, falou da Obesidade Infantil, Alimentação Saudável, Alcoolismo, Tabagismo e Doenças Sexualmente Transmissíveis alertando os mais novos para os perigos de uma vida desregrada e aconselhando a comportamentos saudáveis.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:00

unnamed.jpg

 

Este sábado, 06 de dezembro, às 18h00, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) inaugura uma nova exposição. “Rituais com Máscaras: um face-a-face” é uma riquíssima mostra de máscaras da coleção de arte africana de José de Guimarães e dos ciclos de inverno de Trás-os-Montes. A exposição conta ainda com obras dos artistas Rui Moreira, Pedro A. H. Paixão e João Pedro Vale.

 

Realizada em parceria com o Museu de Abade de Baçal, esta exposição é uma aproximação simbólica entre o riquíssimo universo da coleção de arte africana de José de Guimarães, em espólio no CIAJG, e um vasto conjunto de materiais alusivos aos rituais de inverno de várias festas transmontanas oriundos do Museu de Abade de Baçal, em Bragança. Oscilando entre o material e o imaterial, a tradição e a contemporaneidade, o familiar e o estranho, este projeto pretende, segundo os códigos específicos da arte contemporânea, revisitar e dar a conhecer às gerações mais novas uma ancestral e idiossincrática dimensão da cultura portuguesa. A exposição ficará patente até 05 de abril de 2015, podendo ser visitada de terça a domingo, das 10h00 às 19h00.

 

A inauguração desta exposição é o culminar da edição de 2014 dos “Encontros Para Além da História”, que o CIAJG irá organizar entre os dias 04 e 06 de dezembro. Esta é já a terceira edição destes Encontros onde se reúne um conjunto de autores de diversas áreas disciplinares (arte contemporânea, antropologia, fotografia, arqueologia, estudos culturais, documentário) a quem é lançado o desafio de apresentar e de desenvolver, com tempo e em diálogo, uma reflexão em torno das investigações e metodologias desenvolvidas no âmbito dos seus projetos.

 

O tema dos Encontros deste ano centra-se numa questão central e cada vez mais complexa de definir, quando estamos perante pesquisas transdisciplinares: o enquadramento (institucional, conceptual, formal) a partir do qual essas investigações são operacionalizadas e se objetificam. Assim, as sessões colocarão, respetivamente, face-a-face dois autores. O painel de oradores conta com Nuno Faria (diretor artístico do CIAJG), Eglantina Ribeiro (antropóloga), Vasco Araújo (artista plástico), Ricardo Roque (investigador auxiliar e antropólogo), João Sousa Cardoso (professor de cinema, vídeo e comunicação multimédia),Pedro A. H. Paixão (investigador no Instituto de Filosofia da UP), António Marinho Baptista (diretor do Parque Arqueológico Vale do Côa), Francisco Queimadela e Mariana Caló (artistas), Catarina Mourão (cineasta), Mariana Pinto dos Santos (Departamento de História da Arte da UNL) e Margarida Medeiros (investigadora CECL-UNL). Estão também agendadas as projeções de dois filmes: “BAAL”, da autoria de João Sousa Cardoso e “A Arte da luz tem 20.000 anos”, de João Botelho, que servirão de mote para algumas conferências.

 

A abrir e a fechar os “Encontros Para Além da História” será apresentada a ação “O Morto”, de Vasco Araújo, uma peça que põe em cena um diálogo entre uma estátua e um ponto de teatro, abordando vários temas do trabalho do artista. Será também lançada a publicação que documenta a edição de 2013 dos Encontros “Imagens coloniais: revelações da antropologia e da arte contemporâneas”. A inscrição nos “Encontros Para Além da História 2014” é gratuita, podendo ser efetuada no CIAJG ou através do site www.ccvf.pt.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:46

image001.jpg

Esta sexta-feira, 05 de dezembro, às 22h00, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, recebe “Antológica”, espetáculo que resulta de uma nova parceria entre a companhia de teatro Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo. Uma peça que é um puzzle para cada espetador montar.

 

Depois de “A Portugueza” e “A Africana”, “Antológica” é o terceiro trabalho que une a companhia Cão Solteiro e o artista plástico Vasco Araújo. Tal como no espetáculo anterior, os textos são de José Maria Vieira Mendes. “Antológica” é uma construção modular, sequência de corpos enquadrados por paisagens impressas, próxima da miscelânea porque não tem uma ordem explicada. É um encontro em movimento entre a companhia e o artista plástico, em cujo trabalho os objetos comuns são anteriores ao encontro real.

 

Nesta peça, a trama desenrola-se ao longo de uma sucessão de cenas, às quais corresponde uma tela que enquadra os atores, como quem coloca um indivíduo numa paisagem e que depois se preenche com objetos, música, texto ou nada. “Antológica” não se compõe através da narrativa clássica, antes se constrói através de momentos isolados que correspondem a cenas em que o público é convidado a montar a obra como quiser ou entender. Um traço singular que serve de marca a esta parceria, a mistura de duas linguagens artísticas, o teatro e as artes plásticas, numa criação circular em que o fim de uma se esbate no início da outra.

 

Cão Solteiro é uma plataforma de artistas que tem vindo a estabelecer um processo de trabalho fortemente suportado pela construção de imagens, ao qual é inerente o cruzamento de linguagens, e a transferência de códigos entre disciplinas artísticas. Vasco Araújo, que colabora com a Cão Solteiro desde 2009 como cocriador, junta-se a mais este projeto que eleva o teatro a uma linguagem mais ampla. “Antológica” é uma coprodução da companhia Cão Solteiro, do Maria Matos Teatro Municipal e do Centro Cultural Vila Flor.

 

Estilhaços, de Adolfo Luxúria Canibal, encerra programação deste ano do Café Concerto do CCVF

 

Este sábado, 06 de dezembro, o Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor diz adeus a 2014. O último concerto deste ano é protagonizado pelo projeto Estilhaços, de Adolfo Luxúria Canibal.

O projeto Estilhaços nasceu em 2004 onde Adolfo Luxúria Canibal lia textos e poemas do seu livro homónimo. Acompanhado ao piano e outros teclados por António Rafael, este formato singular deu origem à gravação do primeiro disco do projeto, homónimo, editado em 2006. Posteriormente passou a contar com a participação de Henrique Fernandes (contrabaixo) e de Jorge Coelho (guitarra) e expandiu o repertório. Em 2010, convidados para uma sessão de homenagem a Mário Cesariny, passam a incluir poemas do poeta surrealista, o que constituiria a base para um novo trabalho, “Estilhaços e Cesariny”. Em 2013, apresentaram um novo espetáculo, baseado nos textos de Adolfo Luxúria Canibal inspirados pelos livros de ilustração da coleção “O Filme da Minha Vida”, que deu origem a “Estilhaços Cinemáticos”, que chega agora a Guimarães.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:00

Pág. 4/4



Mais sobre mim

foto do autor




calendário

Dezembro 2014

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D


subscrever feeds