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publicado às 11:54


FotoReportagem: "Neon Party" na Zona Bowling

por JORNALdeFAFE, em 24.02.15

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 Rp - "NEON PARTY" na Zona Bowling Fafe

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publicado às 11:50


CICLOTURISMO E BETETISMO

por JORNALdeFAFE, em 24.02.15

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 FAFE NO INÍCIO DA ÉPOCA DE CICLISMO DE ESTRADA DE CADETES: A época desportiva de ciclismo de estrada para a categoria de cadetes arranca no dia 14 de março com a realização do Prémio Cidade de Fafe, uma organização da Associação de Ciclismo do Minho com o apoio da Câmara Municipal de Fafe.

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publicado às 11:39


ASSEMBLEIA MUNICIPAL, SEXTA, 21H

por JORNALdeFAFE, em 24.02.15

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publicado às 11:34

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Este sábado, 28 de fevereiro, às 22h00, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, recebe o extravagante espetáculo de John Romão, “Teorema”. Acompanhado por 12 skaters e um acordeonista em palco, o ator e encenador John Romão cria um espetáculo de teatro em que a palavra é suplantada por uma experiência visual e sonora, enigmática e iconográfica, elegíaca e apocalíptica.

 

“Teorema” é inspirado numa obra fundamental do cinema europeu, o filme (e texto) homónimo de Pier Paolo Pasolini, assim como reflete sobre a hipótese de encenação da morte do autor. Seguindo os passos de Pasolini, que sempre trabalhou com os marginais do subproletariado urbano e rural do país, John Romão convocou performers que também pertencem à rua, mas num contexto de contemporaneidade: jovens skaters, numa tentativa de reconfiguração do sentido do sagrado. As relações entre eles são de tensão, domínio e submissão e carregadas de uma atmosfera erótica e sacralizada, tão própria de Pasolini.

 

A queda do sentido do sagrado na contemporaneidade inaugura a procura de uma nova relação com o real. Declarar um objeto como um enigma onde o sagrado está camuflado ou em iminente explosão, é chamar a atenção para o seu mistério e razão de ser. A narrativa que Pasolini experimenta neste texto e filme, através de uma linguagem não verbal e no esplendor do seu conceito de “cinema de poesia” (um cinema que se opunha ao cinema de massas), torna possível a síntese na criação “Teorema” de John Romão. No espaço cénico, que alude a um certo realismo, o conforto e a segurança de uma casa, que logo será invadida pelos “estrangeiros”, há diálogos breves em tom cinematográfico entre John Romão e os seus hóspedes-skaters, mas a maior parte da comunicação faz-se de modo não verbal, através dos planos da fisicalidade e da interioridade, a “linguagem silenciosa da ação”.

 

Em “Teorema”, aborda-se a questão do sagrado na contemporaneidade com a presença de um grupo de skaters que, através de um trabalho de ficção visual de hierofanização, adquirem novos significados, porém não totalmente desvinculados da sua natureza. Os skaters, para além das suas caraterísticas que se podem relacionar com a simbologia do universo católico (a dor física das constantes quedas e a dor, o sangue, a tábua de madeira), são também figuras quotidianas, banais, eróticas, emblemáticas do nosso tempo. Estes corpos trabalham numa ininterrupta ligação da terra com o céu, o salto no vazio como metáfora para atingir o desconhecido. São também corpos que desencadeiam o desejo e, nesse sentido, reforçam a ideia de carnalidade no espetador.

 

Em cena, confrontamo-nos com corpos jovens que já adotaram os valores do poder capitalista, corpos políticos que se manifestam através da radicalidade da sua própria atividade, corpos que nos remetem para uma nova iconografia contemporânea. Skaters como uma hierofania mas também como a simples presença da violência no corpo contemporâneo. Um corpo que nos distancia por momentos da virtualidade, porque cai, se fere e sangra, e rejuvenesce incessantemente. São corpos que “caem no real”.

 

Gala Drop visitam o Café Concerto do CCVF para apresentar o álbum “II”, que conta com a participação de Jerry the Cat

 

Na sexta-feira, 27 de fevereiro, a partir da meia-noite, o Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor agita-se com o concerto dos Gala Drop. “II” é o título do mais recente álbum dos Gala Drop, sucessor de “Broda”, que conta com a participação de um nome de peso, Jerry the Cat. Este músico, oriundo do tecnho de Detroit, junta-se ao grupo para uma celebração a um ecletismo musical. Tecedores de uma música original fascinante, inspirada pela inesgotável riqueza dos campos do rock e da música eletrónica, para além da transumância afetiva África - Jamaica celebrada desde o início na identidade da banda, todo o seu caminho até hoje parecia fadado a chegar a “II”. A força da imaginação convertida em música que, quando se ouve, permite sentir a destilação de um projeto trabalhado a sangue, suor e lágrimas.

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publicado às 11:29


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