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Parque da Cidade com Milhões atirados fora

por JORNALdeFAFE, em 04.05.15

Parque-da-cidade-de-fafe.jpgfoto

 A propaganda do Município de Fafe tem qualidade e o mesmo já foi reconhecido sobretudo por aqueles que ainda vão deixando a sua opinião sobre os destinos da cidade, ainda que cada vez menos. Será sinal que está tudo bem ou sinal de que já não acreditam mais? 

A notícia Parque da Cidade de Fafe com novos investimentos e infra-estruturas, publicada pelo Correio do Minho e partilhada no facebbok do Município, notícia esta da Redacção - o que significa que se trata de uma nota de imprensa, é apresentada como algo muito positivo para os fafenses, e é verdade, até aqui tudo bem, 

“Este é mais um passo para andar com o parque da cidade para a frente, transformando-o num espaço melhor e para todos, o que de resto é desde a primeira hora um dos meus compromissos com os fafenses”, defendeu o presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha.

só deixa de estar bem quando coloca o Vereador Vitor Moreira a falar:

Estas obras vão criar, nas palavras do vereador responsável pelo pelouro das obras na câmara municipal, Vítor Moreira, “todas as condições para que se possa usufruir de uma zona verde e um espaço de lazer no centro da cidade”.

Vitor Moreira já não era Vereador na altura em que se aprovou e construiu o Parque da Cidade? Não estava lá quando se gastaram milhões em betão armado? Não faz parte do anterior grupo de vereadores, assim como a maioria que ainda hoje faz parte do executivo?

 

O Gabinete de Comunicação deve ter atenção ao seguinte: Raúl Cunha entrou agora, os outros não se podem gabar muito, até porque se há necessidade de alterar é porque fizeram mal antes. E quem estava lá? Eram eles, pois claro! 

E, só por curiosidade, sabem quem paga os erros dos Vereadores do passado (a maioria ainda são do presente)?

O povo paga! O povo paga! O povo paga!

 

 

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publicado às 13:48

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A Biblioteca Pública de Braga (BPB) apresenta até 29 de maio a exposição "O Povo saiu à rua: 40 anos de eleições livres em Portugal". A efeméride é evocada com uma centena e meia de referências em 12 escaparates, desde livros académicos, programas partidários, biografias de políticos mediáticos, jornais partidários, pins, autocolantes e ainda notícias sobre vários momentos antes e após o ato eleitoral. A entrada é livre, todos os dias úteis, das 9h00-13h00 e 14h00-18h00.

A imprensa é o destaque da mostra e está agrupada por temas. Vê-se pela primeira vez fotos de mulheres a votar e nas mesas de voto (como uma senhora de 90 anos), um artigo a alertar que “O voto das mulheres não é o voto da reação”, os incidentes, os ataques às sedes dos partidos, os comícios, o recenseamento, as indicações da Comissão eleitoral ou o anúncio da mudança da data das eleições (eram 16 dias antes).

Há igualmente editais com os candidatos no distrito, incluindo nomes como Viriato Capela, hoje diretor da Casa Museu de Monção/UMinho, José Manuel Mendes, professor de Ciências da Comunicação da UMinho, ou Victor de Sá, que cedeu boa parte do seu espólio à UMinho. Também curioso é o suplemento Igreja Viva do “Diário do Minho”, que ainda existe, a ensinar em duas páginas as pessoas a votar. Ou mesmo os resultados garrafais das eleições n’“O Comércio do Porto”, onde se indica que a profissão mais representada entre os eleitos era (ainda é) a de advogado.

Afluência de 92% dos eleitores

 

Um ano após o derrube da ditadura, as primeiras eleições livres do país, por sufrágio direto e universal, foram as mais participadas de sempre, com 92% dos cidadãos recenseados. Estas eleições permitiram a convocação da Assembleia Constituinte responsável pela elaboração da Constituição de 1976.

Para o diretor da BPB, seria difícil incluir na mostra todos os documentos que esta unidade cultural da UMinho possui sobre o tema. “Trata-se naturalmente de uma seleção séria e isenta, que, como é hábito nas nossas exposições regulares, procura estimular para leituras mais aprofundadas no nosso espólio, além de sublinhar a projeção cultural da Biblioteca e tentar atrair novos públicos”, realça Elísio Araújo. “Muitos visitantes vão certamente recordar coisas que viveram. O que se passou há 40 anos foi - e continua a ser - muito marcante para as pessoas e para o país”, frisa.

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