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O 14º Encontro Nacional de Associações Juvenis (ENAJ), decorreu, no último fim-de-semana, em Albufeira. As Associações CLUB ALFA (Regadas) e Rumo ao Futuro (Travassós) marcaram presença mais uma vez, neste que é o maior evento de juventude e associativismo do país.

O ENAJ, organizado pela Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), no primeiro dia mais dedicado aos dirigentes associativos, levou a debate temas que consideram fundamentais para uma verdadeira implementação de políticas na comunidade: «Projeto Juventude 2020: Valorização da Educação Não Formal e Qualificação do trabalho em meio associativo; O desafio Youth Worker– Técnico de Juventude; A Participação dos Jovens: A Educação Não Formal e o Poder Local; A importância dos/as jovens nas políticas públicas de juventude e no desenvolvimento das comunidades».

Os dias de sábado e domingo já contaram com a participação de todos os envolvidos, dirigentes e jovens associados, para uma maior partilha do que já é feito e do que pode melhorar nas comunidades para uma maior participação cívica. Luís Marques Mendes foi o orador convidado para refletir sobre ‘o papel dos jovens e da educação não formal na construção de uma democracia participativa.’

Entre outros assuntos, destacam-se ainda as abordagens aos temas: «Políticas de Juventude, que Futuro? Este país (não) é para jovens?! Oficinas de Ideias e Projetos. Mostra Associativa. Financiamento de projetos organizados por associações juvenis (IPDJ, ERASMUS +, Agência para o Desenvolvimento e Gestão)».

Mais do que o enriquecimento através do conhecimento e partilha das temáticas, Pedro Sousa, dirigente associativo do Club Alfa, considera fundamental participar nestes encontros sobretudo pela sua componente humana e para ganhar força para continuar e, remata, se antes já tinha certeza da importância das Associações Juvenis na comunidade e do que podem representar, agora não tenho mais dúvidas de que o trabalho em rede tem mais força.

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publicado às 16:50


Sabe falar francês?

por JORNALdeFAFE, em 20.11.15

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publicado às 16:49


TEATRO CINEMA APRESENTA

por JORNALdeFAFE, em 20.11.15

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publicado às 16:49

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Os cientistas do LIP-Minho (Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas na Universidade do Minho) vão continuar a “caçar” raios cósmicos até 2025 no Observatório Pierre Auger, na Argentina. O acordo internacional de renovação foi assinado por 16 países e envolve 500 cientistas, 18 deles portugueses (Minho, Lisboa e Coimbra).

 

Raul Sarmento trabalha a partir de Braga e considera que Portugal, membro do Observatório desde 2006, tem dado contributos importantes na recolha, análise e interpretação dos dados. Além disso, explica, a equipa lusa participou ativamente na pesquisa e no desenvolvimento para melhorar os detetores nesta nova fase, designada AugerPrime.

 Protótipo de uma estação de AugerPrime na pampa

A Terra recebe a cada dia um dilúvio de raios cósmicos, entre os quais alguns com uma energia dez milhões de vezes superior à obtida no LHC (Suíça), o maior acelerador de partículas da humanidade. Donde no universo vêm estes raios invisíveis a olho nu, qual a sua natureza e como atingem energias assim tão elevadas? Para os detetar, o Observatório Pierre Auger usa 1660 tanques com 12.000 litros de água cada, separados 1.5 km entre si, e vinte telescópios sensíveis à radiação ultravioleta. Na prática, os raios cósmicos chocam com as moléculas na estratosfera, a 20 km do solo, e geram cascatas de partículas secundárias. Estas, ao interagirem com a água dos tanques do Observatório, emitem uma luz, que se converte em eletricidade pelos detetores.

 

No maior detetor de raios cósmicos do mundo, que se estende por 3000 km2, vai-se agora melhorar a capacidade dos detetores, adicionando cintiladores e ainda eletrónica ultrarrápida de aquisição de dados, facilitando a distinção dos tipos de partículas que chegam ao solo e duplicando a quantidade de informação recolhida. Vários alunos e bolseiros do LIP-Minho e do Centro/Departamento de Física da UMinho têm estudado nesta área. Espera-se que o AugerPrime possa, por exemplo, determinar qual é a massa destes raios cósmicos e provar a hipótese de se fazer astronomia com energias extremas.

 

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publicado às 16:46


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