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publicado às 18:34

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Este sábado, 11 de julho, às 22h00, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, é palco para um espetáculo que desconstrói o próprio circo, para a seguir o construir novamente numa soma mágica a que se junta a dança, o teatro e a música. Aqui, fundem-se as visões de duas companhias. A companhia de novo circo Radar 360º junta-se a Clara Andermatt para fazer nascer um espetáculo que pretende abalar os alicerces da perceção, fazendo o público espreitar com curiosidade para o universo infinito da fantasia e da ilusão.

 

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publicado às 19:57

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“A dupla” João Paulo Rodrigues (“Quim Roscas”) e Pedro Alves (“Zeca Estacionâncio”)
Conhecem-se em 2000… João Paulo realizava um espetáculo de stand up comedy num bar do Porto; Pedro Alves estava sentado no público fazendo questão de divulgar o fim das anedotas antes do tempo. João convida para Pedro tomar o seu lugar. E ele aceitou! Desta brincadeira surge o convite para uma entrevista na Rádio Nova Era e mais tarde para fazer parte da equipa das manhãs com Pedro Alves.
Nasce a dupla “Quim Roscas e Zeca Estacionancio”. Apenas um ano mais tarde, já eram os humoristas mais requisitados na noite do Porto e arredores.
O salto para a televisão era esperado e rapidamente começaram a ser convidados para participarem em vários programas; sendo a primeira grande oportunidade de carreira, a participação no “123” a convite de Teresa Guilherme. Segue-se a “Praça da Alegria”, “Portugal no Coração”, o DVD ao vivo, Programa "TELERURAL" etc.
Em Fevereiro de 2014, aceita o convite da SIC e estreia-se como apresentador no daytime, ao lado de Júlia Pinheiro, no programa “Queridas Manhãs”, este programa conta também com sketches de humor do ator residente Pedro Alves, parceiro de João Paulo Rodrigues na dupla “Quim Roscas e Zeca Estacionâncio”

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publicado às 12:41

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 Guimarães volta a vestir-se de branco para a noite mais animada do ano! Este sábado, 04 de julho, a Noite Branca volta a colorir as ruas da cidade de Guimarães. Para esta festa há muita música nos locais mais emblemáticos da cidade para que se dance até de madrugada. Para a noite ser memorável, o evento pede dress code: vestir branco.

 

 

 

 

 

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publicado às 22:42

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De 29 de junho a 17 de julho, o Serviço Educativo do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, propõe um programa de atividades pensado de propósito para os mais pequenos e curiosos, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias e de promover o “usufruto dos tempos livres”.

 

Ao longo de três semanas há uma série de atividades pensadas para as crianças, para que estas aproveitem da melhor forma o período de interrupção escolar. Há tempo para brincar, mas também para pensar, criar e inventar. Há oficinas e atividades para todos os gostos, apelativas para os mais novos e com uma forte componente pedagógica. Estas Férias de Verão foram pensadas para brincar com as ideias, promovendo a reflexão e apelando ao lado criativo de cada criança.

 

Há oficinas para todos os gostos. As Oficinas de Filosofia proporcionam uma agradável e interessante conversa que permita aos mais jovens pensar sobre o mundo que os rodeia. Há também Oficinas de Culinária, onde os pequenos chefs metem a mão na massa para descobrir o maravilhoso mundo dos sabores. Também nestas férias podem aprender a construir pequenos abrigos, criar instrumentos musicais, moldar barro e fazer esculturas. No programa cabem ainda Oficinas de Teatro, Ateliers de Desenho, Artes Plásticas e de Escrita. Nestas Férias de Verão há sempre alguma coisa a acontecer e as crianças vão poder brincar e criar dando asas à sua imaginação.

 

O programa inclui também várias visitas onde as crianças podem encontrar respostas para algumas curiosidades, aprendendo e descobrindo como se fazem objetos ou compreendo melhor o universo e o mundo que as rodeia. Há visitas ao Centro de Ciência Viva, em Vila do Conde, há percursos sonoros para explorar os sons que existem num quarteirão, e ainda um passeio ao Museu do Brinquedo, em Ponte de Lima. Há também uma ida ao Museu da Chapelaria, em São João da Madeira e um piquenique no Parque da Cidade.

 

A inscrição para uma semana tem o custo de 30 euros sem almoço e 55 euros com almoço. Se a inscrição for para duas semanas o preço é de 50 euros sem almoço e 95 euros com almoço. A inscrição para o programa completo, que integra as três semanas de atividades, tem o custo de 70 euros sem almoço e 135 euros com almoço. Há também a possibilidade para inscrições diárias, avulsas ou em grupo, que custam 7 euros sem almoço e 12.50 euros com almoço. O preçário inclui seguro, transporte nos dias de saídas ao exterior e todos os materiais necessários para as oficinas.

 

Ao longo das três semanas, o acolhimento decorre entre as 09h00 e as 10h00 e a saída é entre as 17h00 e as 18h00. As oficinas têm lugar entre as 10h00 e as 12h30, com paragem para almoço, e retomam à tarde, entre as 14h30 e as 16h30. As inscrições podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, ou através do preenchimento do formulário online disponível em www.ccvf.pt. O programa completo está disponível no mesmo site.

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publicado às 20:14

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“Traço, Risco, Mancha” é o título da exposição de Moita Macedo cuja inauguração está marcada para este sábado, 20 de junho, às 17h00, no Centro Cultural Vila Flor. Organizada pela Câmara Municipal de Guimarães, a exposição poderá ser visitada até 25 de julho.

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publicado às 11:12


Junho é mês de teatro em Guimarães

por JORNALdeFAFE, em 01.06.15

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De 04 a 13 de junho, os Festivais Gil Vicente retornam a Guimarães para mais duas semanas de teatro. Há teatro para todos os gostos com uma programação que reúne no cartaz o que de melhor se faz no teatro contemporâneo em Portugal. Há também uma série de atividades paralelas para os amantes do teatro conhecerem melhor o processo artístico por detrás das criações. São 28 anos ininterruptos a celebrar a arte teatral, um feito extraordinário pela longevidade e que merece, de ano para ano, toda a atenção pela qualidade das produções que sobem ao palco.

 

 

 

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publicado às 15:14

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 De 04 a 13 de junho, os Festivais Gil Vicente voltam a tomar conta da cidade de Guimarães. Ao longo de duas semanas há teatro para todos os gostos com uma programação que reúne no cartaz o que de melhor se faz no teatro contemporâneo em Portugal. É a 28ª edição ininterrupta do Festival, feito que merece ser sublinhado pela sua longevidade, uma celebração ímpar da arte da representação.

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publicado às 22:30

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Este fim de semana, 09 e 10 de maio, pelo segundo ano consecutivo, a Feira de Edições Transfervolta a realizar-se na Plataforma das Artes e da Criatividade e no Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG). Um evento para os apaixonados das letras, do livro enquanto objeto, e da ilustração. Ao longo de dois dias, entre as 10h00 e as 20h00, além das exposições patentes no CIAJG, poderá encontrar um local privilegiado para a descoberta das artes, com uma programação que inclui apresentações e conversas, oficinas livres e lançamentos editoriais.

 

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publicado às 22:12

Exposições de Vasco Araújo e José de Guimarães no Centro Internacional das Artes José de Guimarães

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Este sábado, dia 25 de abril, às 18h00, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães inaugura o seu 2º ciclo expositivo de 2015. As exposições de Vasco Araújo “Demasiado pouco, demasiado tarde” e de José de Guimarães “Pintura: suites monumentais e algumas variações” são as novas mostras que vão habitar o CIAJG até 05 de julho.

 

Vasco Araújo volta a expor no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, depois de ter integrado uma remontagem da exposição “A Composição do Ar”, no final do ano passado, com a série “Botânica”. O trabalho deste artista tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e os seus efeitos tragicamente duradouros do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e submissão entre homens de diferentes lugares e diferentes culturas.

 

O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a História, a Antropologia, a Sociologia, para construir narrativas que se materializam em filme, escultura, pinturas e peças sonoras. Com a inauguração desta exposição individual de Vasco Araújo, “Demasiado pouco, demasiado tarde”, o CIAJG continua e aprofunda a sua vocação de perscrutar e revisitar um ponto de vista simultaneamente poético e crítico, empático e distanciado, as tensões, os desejos, os afetos ou as angústias que os objetos corporizam e transportam e aquilo que revelam dos homens e da história que constroem.

 

O 2º ciclo expositivo do CIAJG é ainda marcado por uma exposição de pintura de José de Guimarães, conceituado artista nascido na cidade e que empresta o seu nome a este espaço. No contexto da obra heterogénea de José de Guimarães a pintura emerge como o principal continente, o território de onde tudo parte e aonde tudo chega. Trata-se de uma produção imensa, plural nos formatos e suportes, marcada pelas diversas incursões que o artista tem feito pelas mais distantes regiões do mundo. 

 

Esta exposição, que inaugura no próximo dia 25 de abril, às 18h00, dará particular destaque ao período angolano, um dos mais estimulantes de todo o percurso de José de Guimarães, reunindo um conjunto de trabalhos produzidos entre 1967 e 1974 que remetem para uma prática expandida da pintura, em termos de suportes, técnicas e materiais, mas sobretudo pelo seu forte pendor experimental e crítico, operando, então, uma inédita e idiossincrática síntese entre a arte popeuropeia e os signos que aprendia no seu contacto com a cultura africana.

 

Neste contexto, mostraremos vários trabalhos que faziam parte da mítica exposição que realizou no Museu de Luanda, em 1968, seguramente a primeira mostra relevante do autor, e as séries das "máscaras" e dos "feitiços", realizadas no início da década de 70, entre 1971 e 1973, já claramente marcadas pelos novos códigos linguísticos que seriam plasmados no seu "alfabeto africano", realizado no mesmo período, e que viriam a ser apresentados na galeria Dinastia, no Porto, em 1974. Contrastando com os pequenos e médios formatos apresentados neste primeiro núcleo, a segunda parte da presente exposição é constituída por pinturas de grandes dimensões reunidas sob o signo do desastre e sob o tema "Impérios do Fim". Com mais uma exposição monotemática dedicada ao trabalho de José de Guimarães, o CIAJG prossegue uma das linhas da sua missão: revisitar, reler e reapresentar a obra de um autor central do panorama artístico em Portugal, a partir do significativo espólio reunido nas suas reservas.

 

Às 16h00, a anteceder a inauguração das exposições, está ainda agendada uma conversa no âmbito da exposição individual de Vasco Araújo que contará com a presença de Isabel Carlos (Diretora do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa), Inês Valle (curadora da Bienal de Lagos, Nigéria), Vasco Araújo (artista), José de Guimarães (artista e colecionador) e Nuno Faria (curador da exposição e Diretor Artístico do CIAJG).

 

Para além das novas exposições de Vasco Araújo e José de Guimarães, relembramos que poderá também (re)visitar as exposições patentes no piso 1 do CIAJG: “A Composição do Ar: coleção permanente e outras obras” e “Rituais com Máscaras: um face-a-face”, uma mostra de máscaras da coleção de arte africana de José de Guimarães e dos ciclos de inverno de Trás-os-Montes, realizada em parceria com o Museu de Abade de Baçal, em Bragança. O CIAJG encontra-se aberto ao público de terça a domingo, das 10h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada nas exposições é livre.

 

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publicado às 18:02


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