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A investigação e a inovação são o principal enfoque da nova edição da publicação “Pela Nossa Terra”. Ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, preside à cerimónia, a ter lugar sábado, às 17h00, em Guimarães

 

O Ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, preside sábado, dia 7 de fevereiro, à apresentação pública do livro ‘Pela Nossa Terra – Minho 2015’, da autoria do eurodeputado José Manuel Fernandes. A cerimónia, aberta ao público, tem lugar às 17h00, no Auditório Nobre da Universidade do Minho, no Campus de Azurém, em Guimarães. A apresentação da obra estará a cargo do Professor Carlos Bernardo.

Naquela que é a quinta edição da série “Pela Nossa Terra” – lançada em 2011 e que será disponibilizada gratuitamente na cerimónia de sábado –, o eurodeputado incide sobretudo na importância da investigação e da inovaçãopara a dinamização da actividade económica e para o desenvolvimento da região.

Resultado do reiterado compromisso de proximidade com o Minho enquanto deputado ao Parlamento Europeu, José Manuel Fernandes procura identificar desafios que se colocam à região e informar sobre as oportunidades e algunsfundos e programas europeus que podem ser úteis.

“Procuro valorizar as nossas instituições, os agentes de desenvolvimento, e fornecer informação que considero útil, sempre com o objectivo de promover e desenvolver ainda mais o nosso território”, explica o eurodeputado na introdução da obra.

Como faz questão de frisar, “cada território da UE, cada um de nós, é importante e necessário para o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo e para o fortalecimento dos valores da paz, solidariedade, defesa da liberdade, tolerância religiosa e da dignidade humana”.

Nesta edição, é dado especial enfoque ao programa Horizonte 2020, destinado à investigação e inovação. É gerido pelo comissário Carlos Moedas, autor do prefácio da obra, e tem um valor de 80 mil milhões de euros.

“O acesso ao financiamento do Horizonte 2020 é exigente e implica consórcios e envolvimento. Mas a "região" é capaz e tem dado passos na direcção certa. Desde as autarquias às universidades e incluindo centros tecnológicos e associações empresariais, começa-se a desenhar e programar uma maior união e actuação conjunta, um envolvimento cada vez mais forte. Temos de prosseguir neste bom caminho e devemos continuar a derrubar muros”, desafia José Manuel Fernandes.

A publicação, com mais de 300 páginas, aborda ainda o Cosme, outros programas ligados às empresas, para as quais José Manuel Fernandes promete editar uma futura publicação dando conta de todos os programas disponíveis.

O Erasmus+, os novos líderes das instituições europeias e o balanço do legado de 10 anos de Durão Barrosona Comissão Barroso fazem igualmente parte do leque de informações disponibilizadas, a par do Ano Europeu para o Desenvolvimento e dos instrumentos financeiros de ajuda da UE a países subdesenvolvidos, com especial referência para o Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED), dotado de 30,5 mil milhões de euros e geridos por outro português,Fernando Frutuoso de Melo.

A UE é o maior doador mundial, embora muito poucos tenham consciência disso”, esclarece José Manuel Fernandes.

Na contextualização da região, o eurodeputado salienta a caracterização empresarial dos concelhos do Minho e o impacto das habilitações na economia. Na secção dedicada a cada um dos 24 concelhos desta região e todas as suas freguesias, apresenta dados sobre os setores de atividade das populações locais e volta a valorizar o património histórico e cultural local e a identificar também todos os elementos dos executivos camarários e os presidentes das assembleias municipais e das juntas de freguesia.

Na parte final desta publicação dedicada a agenda diária, com inclusão de citações de diversos autores sobre ciência e educação e festas e eventos da região, é apresentada informação sobre mais de 100 prémios e concursos nacionais e europeus, dedicados a alunos e escolas, empresas, profissionais de diferentes áreas e público em geral.

 

 

Comissário Carlos Moedas:

Horizonte 2020 “é o maior e mais ambicioso programa internacional de I&D do mundo

 

Como explica Carlos Moedas no seu prefácio, “ser Comissário europeu para Inovação, Ciência e Investigação é serresponsável pela pasta que lida com o futuro. São áreas onde a União Europeia faz realmente a diferença e onde faz sentido agir ao nível europeu”.

Gerido por Carlos Moedas, o Horizonte 2020 “é o maior e mais ambicioso programa internacional de I&D do mundo”.

O comissário europeu explica que o programa “está alicerçado em três pilares complementares: a excelência científica, a liderança industrial e os desafios da sociedade”. O objetivo é cobrir “toda a cadeia de valor, desde a investigação fundamental até à colocação de produtos e serviços no mercado”.

Trata-se de um programa simples, célere, de fácil acesso e com a ambição de atrair mais PME e Centros de Investigação que nunca antes tenham acedido a este tipo de programas europeus. É um programa que apostará numa numa efetiva sinergia com os fundos estruturais”, assegura Carlos Moedas.

Em seu entender, “é fundamental criar as condições propícias para que as empresas europeias sejam cada vez mais inovadoras”. No entanto, salvarguarda que “a inovação, tal como o crescimento, não se decreta. O que o poder político pode fazer – o que deve fazer – é criar as condições favoráveis para a inovação”. Nesse sentido, compromete-se a prosseguir na eliminação das “fronteiras invisíveis que impedem a livre circulação de ideias e do conhecimento na Europa”.

Dirigindo-se especificamente ao Minho, refere que, em muitos aspetos, esta região “representa cada vez mais essasimbiose do mundo académico com uma comunidade de empresas dinâmicas e inovadoras. Tal é essencial paracriar valor económico para a região e criar postos de trabalho altamente qualificados”.

No seu prefácio, Carlos Moedas deixa um agradecimento ao eurodeputado José Manuel Fernandes por ter escolhido o Horizonte 2020 como tema central da publicação e pelo contributo para envolver os cidadãos no Projeto Europeu através da obra ‘Pela Nossa Terra’. “Iniciativas como esta são essenciais para informar os cidadãos e para lutar contra um certo afastamento que por vezes se sente”, apontou o comissário europeu.

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publicado às 15:10



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