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Jorge Moreira da Silva defende exemplo do distrito de Braga para levar à prática no resto do país

 

O cabeça de lista da coligação Portugal à Frente, Jorge Moreira da Silva, defendeu hoje em Braga que o país e as empresas nacionais “devem tirar partido da economia de rede", de forma a beneficiar das "vantagens geopolíticas únicas à escala mundial, condições que mais nenhum país dispõe".

"Portugal tem uma posição geopolítica central de grande importância. É o único país do mundo que é simultaneamente europeu, atlântico, mediterrânico e lusófono, sendo que neste contexto a lusofonia tem um contexto muito importante, em que Portugal é verdadeiramente uma rótula”, explicou Jorge Moreira da Silva, no final de uma visita à empresa Primavera Business Software Solutions.

Perante as questões e desafios dos responsáveis de administração da empresa sobre a estratégia da coligação PSD/CDS-PP na consolidação do crescimento económico do país, Moreira da Silva destacou o bom exemplo do distrito de Braga e do tecido económico da região.

“Braga é um distrito à parte, no bom sentido, em termos nacionais, pois nós aqui temos uma lógica de ecossistema, mais do que de cluster, com inovação e empreendedorismo. Podemos ver esses exemplos tanto em braga e no Vale do Cávado como Vale do Ave, em Guimarães e Famalicão. É isto que queremos no país”, afirmou.

Liderando uma comitiva que integrou os candidatos a deputados Fernando Negrão, Hugo Soares, Vânia Dias da Silva e Otília Gomes, o cabeça-de-lista frisou que “a lógica de competição é boa, mas alguma colaboração e articulação é fundamental para atrair investimento e para exportar".

“Com a sua dimensão isolada, Portugal não tem condições de vencer numa economia de escala, com exceção em dois ou três produtos e em um ou dois setores, como são os nossos têxteis e o calçado. Mas também podemos vencer noutras áreas. Para isso, torna-se decisivo que devemos ter ecossistemas que juntem grandes, médias, pequenas e micro empresas ligadas com sistema científico, universitário e financeiro”, apontou Jorge Moreira da Silva.

Numa sessão que juntou funcionários da empresa o co-CEO José Dionísio, o líder da coligação assumiu que o país terá de continuar "a conviver com as questões orçamentais durante décadas". E adiantou que “o excedente orçamental é uma meta possível de atingir até ao final da próxima legislatura”. Mas salvaguardou que o objetivo é proporcionar "condições de baixar impostos, pagar a dívida e libertar mais recursos para a economia, especialmente ainda para promover a igualdade de oportunidades e de socorro aos mais necessitados”.

Numa jornada em que a coligação esteve também no lar da ASCREDNO em Nogueiró, Moreira da Silva sublinhou que a coesão social foi, de resto, uma preocupação permanente do governo nos últimos quatro anos. "Aumentámos o salário mínimo quando outros o bloquearam, aumentámos as pensões mínimas e rurarais quando outros as congelaram, aumentámos o número de médicos de família, passámos o número de pessoas com isenção das taxas moderadoras de 4,3 milhões para 6,3 milhões e, sempre em tempo de crise e austeridade, críamos programas de emergência social e concretizámos um plano de parcerias com as IPSS cpomo nunca houve em Portugal", descreveu.



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publicado às 18:51



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