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Pedro Passos Coelho no distrito de Braga

por JORNALdeFAFE, em 01.03.16

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“Um partido ao serviço e à medida do que o país e os portugueses precisam, para garantir de forma sustentável o desenvolvimento e as melhores condições de vida”. Foi desta forma que o líder do Partido Social Democrata, Pedro Passos Coelho, sintetizou o seu compromisso na recandidatura à liderança do PSD.

“Só o PSD pode liderar em Portugal um projeto de reforma, de transformação, de crescimento que o país precisa”, assumiu Pedro Passos Coelho, numa jornada pelo distrito de Braga em que manifestou a sua preocupação com as consequências de um Governo socialista e sustentado no apoio à esquerda, com um discurso populista e distante da realidade, com particular efeito no setor da solidariedade social.

Num périplo pelo distrito – que inclui visita a instituições sociais de Cabeceiras de Basto e um encontro com dirigentes das IPSS na Póvoa de Lanhoso -, Pedro Passos Coelho afirmou estar "preocupado" com o futuro do setor solidário, que atualmente é encarado pelo Governo como "complementar".

Passos acusou, ainda, o Governo de querer "gastar dinheiro" em equipamentos "concorrentes" aos das instituições sociais.

 

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"Estou preocupado com o futuro deste setor solidário porque os partidos que apoiam o Governo dizem declaradamente que o Estado só deve usar estas instituições de uma forma subsidiária ou complementar, o que significa que se prepara para gastar mais dinheiro investindo na criação de equipamentos que façam concorrência a equipamentos que já existem", declarou o líder socialdemocrata.

 

José Manuel Fernandes: “Porque primeiro está Portugal”

Na jornada de hoje, Passos Coelho contou com o apoio dos líderes concelhios de todo o distrito, incluindo do presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado José Manuel Fernandes.

Numa sessão com militantes do distrito em Barcelos, o líder distrital fez questão de explicar as motivações do apoio de Pedro Passos Coelho “para presidente do partido e futuro chefe de governo”.

“Estes últimos meses de governação socialista demonstram que o desastre está a regressar a Portugal. Pedro Passos Coelho tem provas dadas. Apoiámo-lo sobretudo porque, de entre os portugueses, é o melhor para governar Portugal. E mais uma vez fazemos jus e reforçamos o lema de Sá Carneiro: primeiro está Portugal, depois está o partido e a social-democracia", vincou José Manuel Fernandes.

O dirigente distrital falava no auditório do IPCA, Instituto Politécnico do Cávado e Ave, perante uma plateia de 300 militantes e simpatizantes do PSD, que quiseram ouvir e contactar com Pedro Passos Coelho.

Para José Manuel Fernandes, os militantes apoiam Pedro Passos Coelho, “também a pensar em Portugal, na esperança e na manutenção da credibilidade, a pensar que aqueles que governaram, e bem, em tempos difíceis, são muito mais capazes de governar em tempos mais fáceis”.

E prosseguindo, afirmou: “E oxalá que o PS não consiga destruir o país, como fizeram antes, e que a nossa herança não volte a ser tão pesada como foi a de 2011”.

Por isso – reforçou - “não temos dúvidas em apoiar Pedro Passos Coelho para presidente do PSD e esperando que chegue depressa um governo social-democrata por ele liderado”.

Fernandes frisou que o PSD é um partido que "sempre apostou e acreditou nas pessoas, por contraponto com a prática os socialistas em Portugal, agora acompanhados pela extrema-esquerda radical, que não acreditam nem no indivíduo, nem nas empresas nem nas instituições e querem que todos sejam dependentes do Estado”

“Eles têm a mesma  filosofia em toda a UE! Como se resolve um problema? Põe-se dinheiro em cima. E há também o facilitismo: a dívida? Alguém a há-de pagar!”, acentuou o líder distrital do PSD e eurodeputado.

 

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