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Associações Juvenis do Distrito de Braga pedem reunião ao Secretário de Estado

As Associações Juvenis de Braga lançaram o projecto educativo “Academias de Juventude” durante o Encontro associativo realizado em Barqueiros, Barcelos. Educação, Cultura, Arte, Desporto e Tempos Livres são as áreas retratadas para revolucionar as comunidades na educação não-formal.

A abertura do evento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Miguel Costa Gomes, Presidente da Junta de Barqueiros, António Cardoso, Diretor Regional do IPDJ Norte, Manuel Barros, Vice Presidente da FNAJ, Davide Garcia, Presidente da FAJUB, Alberto Gonçalves, e Presidente da Associação Barqueiros Jovem, Rui Ferreira.

 A apresentação do projecto foi orientada por Pedro Sousa, da Associação CLUB ALFA  de Fafe e autor do projeto, e contou com os comentários da professora Isabel Candeias e do Diretor do IPDJ Norte, Manuel Barros, tendo os trabalhos sido conduzidos por Ricardo Sousa da Associação Synergia de Braga.

Pedro Sousa referiu que a ideia deste projeto se iniciou há alguns anos e que estava desenhado para ser apenas um projeto cultural e artístico do Club Alfa, mas depois de uma reunião com o Diretor do IPDJ-Norte, Manuel Barros, que aconselhou a incluir o desporto, e após uma prospeção por associações de Coimbra e Fafe, tendo estas ficado agradadas com a ideia, resolveu apresentá-lo na última reunião do Conselho Inter-regional FAJUB (Federação das Associações Juvenis do Distrito de Braga) que foi aprovado por unanimidade de imediato.  Ainda segundo Pedro Sousa, o projeto contou a a colaboração de Tiago Rocha, Psicólogo e Presidente da Associação Costumes Radicais – Coimbra, na construção da parte do ‘apoio pedagógico’ e teve como orientação os modelos dos Cursos de Educação e Formação de Jovens, o Programa Escolhas e as atividades educativas da Fundação Serralves e da Fundação Calouste Gulbenkian.

As associações Juvenis, através das “Academias de Juventude” pretendem assumir um papel de educação não-formal com o Governo de Portugal e implementar um projeto de construção da pessoa assente na arte, cultura e desporto como complemento à escola e com isto contribuir para a cidadania, a cultura e a vida saudável.

Para os dirigentes associativos signatários do projecto, Escolas, Autarquias e Associativismo têm de articular esforços. Ser o complemento uns dos outros, sendo as Academias de juventude estruturas pedagógicas pensadas para unir os diferentes polos.

As Academias Juvenis, implementadas nas associações juvenis, entidades privadas sem fins lucrativos, terão por missão “Promover a formação dos jovens, tendo em vista a sua integração social; Promover o intercâmbio e cooperação com associações e organismos nacionais e estrangeiros que prossigam os mesmos objetivos.” Assim, para levar a cabo a esta missão, as Associações Juvenis, instituições ao serviço da comunidade, criando as Academias de Juventude poderão responder às reais necessidades da população em geral, nomeadamente aos cidadãos mais desfavorecidos, atenuando desta forma as assimetrias ainda evidentes. 

O momento atual obriga a reinventar novas formas de atuação face às demais necessidades impostas pela rápida transformação social, nesse sentido surgem propostas de intervenção, que se afirmarão como uma alavanca na formação de novos públicos, com a intenção de oferecer através do conhecimento a ferramenta ideal para a era da criatividade mas tendo sempre o humanismo como pilar principal.

As Academias de Juventude, conscientes dessa rápida transformação social, através de um plano de atividades centrado na sã convivência, procurarão oferecer aos academistas atividades que visem: Estimular a sensibilidade e a criatividade; Promover a autoconfiança; Promover o desenvolvimento motor, psicomotor e intelectual; Estimular o trabalho em equipa; Consciencializar a relação do indivíduo com o mundo exterior/sociedade.

Numa estrutura pedagógica construída para contribuir para uma educação (informal) saudável junto da comunidade juvenil, na perspetiva de alargar e/ou ajustar as suas valências, as “Academias de Juventude” colocam ao serviço da população, sobretudo da mais jovem, as “Atividades Educativas” (Atividades lúdicas), a ‘Escola de Artes’ (Cursos livres, Workshops, Clubes culturais, artísticos e recreativos…), a ‘Escola de Desporto’ (Futsal, BTT, Bowling, Zumba, Kuduro, Slide…) e os ‘Campos de Férias’.

Alberto Gonçalves, Presidente da FAJUB, considera que «as Academias de Juventude poderão colmatar e ajudar as entidades públicas e privadas a superar lacunas na sua formação inserindo dentro do espaço de formação a educação não-formal promovida pelas associações», acrescentou ainda que «já foi registado o nome e que foi solicitada uma reunião com a Secretaria de Estado da Juventude e Desporto com o objectivo de apresentar e dar seguimento ao projecto de forma a que possa ser implementado a nível nacional».

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publicado às 21:02



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