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Encontro Braga 1.jpg

Contacto direto com as pessoas no distrito de Braga pretende esclarecer trabalho feito que abre uma nova esperança para o país, depois da pesada herança deixada por socialistas

 

Socialdemocratas e centristas juntaram-se hoje em Braga e nos diferentes concelhos do distrito para lançarem uma campanha de informação e esclarecimento sobre a governação e o futuro de Portugal, promovendo contactos diretos com as pessoas.

A favor “da estabilidade e da credibilidade recuperada” que permitem “um novo ciclo de crescimento e desenvolvimento sustentado e sem ilusões endividadoras”,  o presidente da distrital do PSD de Braga, José Manuel Fernandes, manifestou-se satisfeito pela mobilização em torno da Coligação PSD/CDS e da aceitação das pessoas em relação à campanha de informação.

“Portugal tem hoje estabilidade interna e credibilidade internacional. A economia cresce, o desemprego diminui, as taxas de juro descem, o défice está controlado, os fundos europeus estão aí e o Plano Juncker também para ajudarem a promover as nossas mais valias e a coesão social e territorial. Para quê, então, andar para trás?”, questionou José Manuel Fernandes.

O líder distrital e eurodeputado participou também num encontro com representantes concelhios dos dois partidos da coligação «Portugal à frente» em Braga, incluindo os líderes concelhios Hugo Soares e Carlos Neves e o ex-ministro Miguel Macedo, com vista a concertarem ações comuns de pré-campanha para as eleições legislativas.

No evento, sublinhou ainda que “este Governo tirou Portugal do buraco e temos muito orgulho nisso...Mas há outros que deviam ter vergonha e não têm, de ter metido o país num buraco!”.

José Manuel Fernandes lembrou que Portugal foi o país da União Europeia onde o emprego e as exportações mais cresceram no primeiro trimestre de 2015, considerando que os resultados obtidos foram “espetaculares”.

Referindo-se à estabilidade como um valor fundamental para o progresso do país, o eurodeputado explicou que, “apesar das dificuldades e da turbulência financeira herdada do governo do PS e do acordo que fez com a Troika, a coligação manteve-se unida e levou o país, de novo, para o bom caminho”.

Sobre o valor da credibilidade, o dirigente vincou que é “geradora de confiança, a qual se traduziu, a nível interno, na retoma do investimento produtivo e, no plano externo, na capacidade renegociação do memorandum da Troika, na reestruturação dos prazos de pagamento da dívida, na descida das taxas de juro de 11,5 por cento em 2008 para os três por cento atuais e na antecipação do pagamento de empréstimos, como sucede com o FMI”.

O presidente da distrital do PSD exortou os militantes ao trabalho de esclarecimento dos cidadãos, garantindo que as duas forças políticas encaram o próximo ato eleitoral de “cabeça bem erguida” e com o sentimento do dever cumprido.

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publicado às 11:52



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