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O Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, vai estar ao rubro no mês de março com dois fins de semana que vão fazer dançar o mais inerte dos corpos. No dia 07, às 24h00, os Throes + Shine dão garantia de festa. Eles são Luanda via Porto e são sinónimo de dança e alegria. Uma semana depois, no dia 14, às 24h00, é a vez de White Haus tomar de assalto o Café Concerto vimaranense. Depois de X-Wife e DJ Kitten, João Vieira verte neste projeto todas as influências que o marcaram.

 

Os Throes + Shine chegam ao Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor no dia 07 de março e prometem não deixar pedra sobre pedra. Uma banda que é reflexo de várias influências e várias culturas que resulta num som que é pura energia. Quando sobem ao palco, a estratosfera é o limite para a festa que se impõe. Depois de um primeiro disco a ligar o rock e o kuduro, naturalmente intitulado “Rockuduro”, e de um percurso que se alongou Europa fora, surge “Mambos de Outros Tipos”, um segundo longa duração recheado de ritmos mais quentes e com uma brisa tropical de puxar os cabelos para trás. 

 

Os Throes + The Shine atuam no CCVF numa clara antecipação a um verão tórrido. A música carrega calor angolano a que se misturam apontamentos de outras influências que resultam num projeto que é, no mínimo, exótico. Será impossível o corpo conter-se ao ouvir as músicas eletrizantes que vão invadir a sala e contagiar o público com a calorosa vibe africana.

 

No dia 14 de março é a vez de White Haus regressar a um palco que já conhece, mas garantindo a vivacidade de quem atua pela primeira vez. João Vieira agarrou num baixo, em sintetizadores, uns mais vintage do que outros, num computador para comandar as programações e chegou a este projeto. Aqui, João Vieira afasta-se da guitarra, sua companheira nos X-Wife, para se entregar a este novo desafio. A urgência pela criação não o deixou descansar e assim nasce este álbum sob novo pseudónimo.

 

Depois de ter consagrado o seu nome na cena da música eletrónica quando vestia ainda o nome de DJ Kitten, João Vieira propõe agora um álbum que mostra bem uma personalidade original e fortemente vincada em que expõe, sem cedências, as várias influências que deram origem a este projeto. “Disco not Disco” e respetivos devaneios cósmicos, o Electro-Pop da BEF ou dos Yazoo em versão Dub, o proto-Tecno de Detroit e dos Cybotron, o mais ou menos ácido Housedos primeiros anos de Chicago, o Prince e a geração dourada do R&B de Minneapolis e, claro, todo o pós-Punk que está na génese da sua formação resultou neste caldeirão fervilhante que emana modernidade.

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publicado às 11:36



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